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domingo, 7 de abril de 2013

VONTADE DE DIA CLARO por FÁBIO MONTEIRO

Dia rompendo a noite parece filme de ficção.
 
A gente olha a invasão de cores em outros tons e escuta o tímido canto polifônico dos pássaros. Tem jeito de aroma de bolo da vó que aos poucos adentra quartos e sala, despertando nossas sensações.
O dia por aqui amanhece cinzento, e as nuances ficam por conta de tons claros e escuros. O verde das árvores destoa do resto, tímido, e os carros que passam preto, prata, branco. 

Parece até elefante de circo. Nenhum colorido explícito.
 
Silêncio ainda há, com exceção de algumas intromissões ocasionais, o resto é jeito de dia assim com preguiça de ser. Mas, tudo será aos poucos, tudo clareado, porque não há controverso disso.  
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