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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

INDICAÇÃO DO LUA, NOITE E DIA PELO PROFESSOR ELVIS RODRIGUES



O livro fala, de maneira muito bela, sobre amizade, sobre encontros e desencontros, sobre gente.
Narra a amizade quase ao estilo do filme “O Feitiço de Áquila” (1985). O livro traz como personagens dois garotos, um “menino-DIA” e outro “menino-NOITE”. Esse são seus nomes: DIA e NOITE. Dois amigos que se encantam, se amam, brincam, mas nem sempre se encontram. O encontro, quando se dá, tem o tempo muito breve, um lampejo no momento em que NOITE e DIA se alcançam. “NOITE e DIA raramente se encontravam para brincar. Coisa rara, efêmera, finita. Quando acontecia...”.
Esta é a beleza da amizade. devemos sempre cultivá-la, mas mesmo que estejamos à distância, ou tenhamos pouco tempo de contato, quando os amigos se encontram, o tempo fica suspenso, ganha qualidade e a vida nova cor. Amizade é dom. Dom de si para o outro. É festa. Dom de DIA para NOITE; festa de NOITE com DIA. SIGA EDIÇÕES PAULINAS: =====================================

domingo, 22 de setembro de 2019

LANÇAMENTO LUA, NOITE E DIA EM SP!

Agenda de lançamentos do Livro Lua, Noite e Dia em São Paulo.

Dois momentos super especiais!

CASA DIÁLOGOS.
27 de setembro (Sexta) às 19h30h
Local: R. Orlando Valderano, 47 - Vila Santo Estevão, São Paulo.
Proposta: Narrativas - orais, escritas e visuais com André Neves, Fábio Monteiro e Luciano Pontes.
Inscrições no site
https://www.dialogosviagenspedagogicas.com.br/lancamento-livro-lua-noite-dia



LIVRARIA NOVESETE.
29 de Setembro (Domingo) às 11h.
Local: R. França Pinto, 97 - Vila Mariana, São Paulo - SP.
Proposta: Conversa com os autores, lançamento e autógrafos.



Aguardamos vocês!

sábado, 1 de junho de 2019

Lua, Noite e Dia.

Chegou!
Lua, noite, dia, narrativas que se entrelaçam por meio de fios que perpassam a imaginação e a fantasia. Na primeira narrativa, a noite e o dia se perdem e se encontram o tempo todo na obra, ora parecem distantes, ora o encontro os aproximam, criando uma circularidade brincante, um jogo poético e um dinamismo à história. A segunda narrativa traz ao leitor uma certa nostalgia dos tempos de outrora e um encantamento que se expande por meio da afinada poesia textual. As narrativas de imagem construídas ludicamente surpreendem a todo momento dando ritmo, cor, movimento, emoção, apresentando um texto que a sensibilidade do leitor codifica e amplia.

Link da loja virtual
https://www.paulinas.com.br/loja/lua-noite-e-dia

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

PNLD LITERÁRIO CARTAS A POVOS DISTANTES

Professoras e Professores, compartilhe essa linda notícia com outros professores(as) e leve essa história para sua escola.
Cartas aprovado no PNLD Literário, programa federal que distribuirá livros de literatura para alunos da Educação Infantil, dos anos iniciais do Ensino Fundamental e do Ensino Médio das escolas públicas e conveniadas de todo o Brasil.
Giramundo, um inventivo menino, recebe uma carta misteriosa, de "um amigo" de Luanda, Angola. Curioso, ele responde com muitas perguntas ao inusitado destinatário, na ânsia de descobrir seu nome, como é o lugar onde vive, qual é sua história.
Seu Joaquim, o dono da venda, português de Luanda, intermedia o contato.
Esse é o início de uma bela amizade, de uma linda troca de correspondências e da descoberta de lugares distantes.
#leituras #professores #literatura #literaturainfantil #literaturajuvenil

terça-feira, 14 de agosto de 2018

BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO 2018


Toda festa com livros gera encontros e encantamentos. É momento de compartilhar com amigos, e outros que conhecemos, conversas geradas pelas histórias, imagens que lançam mão de mil palavras para eternizar o tempo dos encontros, diálogos sobre um monte de coisas que as multidões despertam em sonoridades e silêncios. 

É bom passear pelos estandes e ver as linguagens impressas no mercado editorial. Ver a qualidade de várias editoras, livros com diferentes formatos e estéticas, mas também as dificuldades de outras em manter um produto coerente com o que esperamos tanto em relação ao desafios das linguagens quanto na qualidade editorial do livro. Tudo é aprendizado e as trocas provenientes desses encontros desvelam caminhos e desafios para formação leitora em nosso país. 

Vamos em frente, pensando possibilidades para que os livros e as histórias possam circular nas mãos dos leitores porque nosso tempo urge por esperança. 

domingo, 8 de julho de 2018

Cartas a refugiados: A corrente do bem saiu de Viamão e cruzará fronteiras, até chegar a Zaatari, na Jordânia, totalizando cerca de 11.400 quilômetros, 16 horas aéreas de viagem

05/07/2018
Cartas a refugiados: A corrente do bem saiu de Viamão e cruzará fronteiras, até chegar a Zaatari, na Jordânia, totalizando cerca de 11.400 quilômetros, 16 horas aéreas de viagem

Qual o sentido da vida, senão fazer sentido na vida das pessoas? Ensinar desde cedo as crianças a se importarem com o próximo e com as interações sociais. Ver além da sua comunidade e propor algo que possa fazer o bem a alguém, com o que se tem. É assim que inicia esta grande corrente do bem, que saiu nesta quarta-feira, dia 4 de julho, da comunidade Jardim Outeiral, de Viamão, com destino a Zaatari, na Jordânia. São mais de 16 horas aéreas de viagem, totalizando cerca de 11.400 quilômetros. A corrente do bem será fortalecida em muitos pontos, até chegar ao destino final, prevista para o mês de setembro.
Qual a conexão entre Viamão e Jordânia? Calma, eu explico... Tudo começou com o projeto “Escritor na Escola”, da Secretaria Municipal de Educação. A professora Rosana Kasper, da Sala de Recursos da EMEF Jardim Outeiral, localizada no limite entre Viamão e Porto Alegre, leu a obra de Fábio Monteiro – Cartas a Povos Distantes – e entrou em contato com o autor para conversar com ele sobre o assunto. “E entre conversas, pensamos sobre como poderíamos deixar a proposta mais significativa, que pudesse tocar e transformar a vida dos nossos alunos. Então, surgiu a ideia de escrever cartas para crianças refugiadas. Após esse contato, procurei na internet ONG's que trabalhassem com essa temática e encontrei a ASAV – Associação Antônio Vieira, polo da ACNUR (Ong Internacional), localizada em Porto Alegre. A ideia se concretizou a partir de um documentário exibido no dia 20 de junho, onde mostrava o campo de refugiados Zaatari, na Jordânia”, explica Rosana.
O projeto começou a ser desenvolvido pela professora Greicy Nunes, com as duas turmas de 6º anos e se estendeu para as duas turmas de 9º anos. Foi exibido um vídeo mostrando a realidade das famílias e das crianças que viviam em um campo de refugiados. Eles tiveram de sair de seu país por o mesmo estar em guerra e, em muitos casos, as crianças já amargavam perdas familiares. Os estudantes se sensibilizaram e escreveram cartas às crianças sírias. Nos textos, individuais ou em grupo, os alunos contaram um pouco da realidade do Brasil, do Rio Grande do Sul e de Viamão e se colocaram na realidade dos refugiados, passando mensagens positivas. “Nossos estudantes ficaram muito empolgados e criaram cartas lindas e emocionantes, evidenciando que um simples ato de ler um livro pode transformar as vidas das pessoas”, destaca Rosana.
As cartas foram entregues à Associação Antônio Vieira (Asav), mantenedora de obras Jesuítas em Educação e Ação Social, na tarde do dia 4 de julho. Cinco alunos representaram os demais para levar as 18 cartas escritas pelos estudantes: Daiely Alves Albad, 15 anos (9º ano); Sara Itanajara Costa Louzada, 11 anos (6º ano); Isabele Machado Alves, 11 anos (6º ano); Guilherme de Andrade Pereira, 12 anos (6º ano); e Eduardo Chimendes, 12 anos (6º ano). Ao chegar na Asav, o escritor Fábio Monteiro os estava aguardando para saber mais sobre as cartas.
Papo com o autor
Monteiro quis saber quais os sentimentos surgiram na hora de escrever as cartas. Isabele disse que sentiu muita tristeza. “Pensei neles e me veio um monte de sentimentos, como sobreviver, perder família, amigos e ir para outro país.” O escritor disse que o mais fantástico é que o livro é escrito dentro de uma sala fechada e não se tem a ideia da repercussão que isso pode ser gerada na mão de um leitor. “O livro literário é uma obra de arte muito importante, construída de maneira incompleta. Quando chega na mão do leitor passa a gerar dimensões no seu imaginário, coisas que não podem ser medidas ou pensadas. O que me deixa mais feliz é de pensar que estas crianças conseguiram construir uma ponte com a realidade. Conseguiram imaginar uma história diferente, uma realidade diferente e até novas possibilidades de transformação. Me comovo muito com a realidade dos refugiados porque ter uma infância roubada é algo muito triste. Conversando sobre isso, alertamos ao mundo que as coisas podem e precisam ser diferentes”, externiza Monteiro.
O escritor conta que tem saudades da infância, porque escrevia cartas a amigos imaginários. Disse que se tornou escritor pelo simples fato de fazer novos amigos. “O livro proporciona encontros e viagens. Encontrar pessoas a partir de idéias comuns. Viajar na imaginação, quando se lê. O livro nunca está completo. Ele precisa do leitor para dar voz às personagens. Se o livro está na prateleira, ele não faz sentido. As histórias são libertadas pelos leitores e podem voar pra muito longe, como essas cartas vão voar e encontrar outras pessoas”, conclui.
As cartas foram depositadas em um baú e serão encaminhadas à ONG de São Paulo – África do Coração – para serem traduzidas para a língua árabe e levadas pela equipe de produção do documentário sobre o campo de refugiados, que irá a Zaatari, na Jordânia, no mês de setembro. A ideia é que as crianças sírias respondam às cartas, fazendo sentido ao projeto de leitura – Cartas a Povos Distantes. No momento da entrega na ASAV, parceira do ACNUR no atendimento a refugiados, o grupo conheceu um pouco mais sobre o trabalho desenvolvido pelo Programa Brasileiro de Reassentamento Solidário de Refugiados, vinculado ao Serviço Jesuíta a Migrantes e Refugiados.
A Corrente do Bem
Mas ontem foi um dia especial. Quando se inicia uma corrente do bem, o bem, de alguma forma retorna ao seu ponto de partida. A coordenadora do Programa Brasileiro de Reassentamento Solidário de Refugiados da ASAV, Karin Wapechowski, elogiou o trabalho dos professores e incentivou o prosseguimento de iniciativas como a da escola de Viamão. “Essa sensibilização sobre o assunto ainda na escola é fundamental para a formação da cidadania. Queremos que isso não seja apenas um projeto pontual, mas um programa que tenha continuidade, com ações voltadas à Educação em Direitos Humanos, fazendo parte do currículo escolar”, frisou Karin.
A gestora administrativa da Asav, Raquel Freitas, sabendo que a EMEF Jardim Outeiral está promovendo a III Feira do Livro Mundo Mágico da Leitura, na próxima sexta-feira e sábado (6 e 7 de julho), fez uma campanha junto às parceiras voluntárias da Associação de Pais e Mestres do Colégio Anchieta e arrecadou livros para doar à escola. Este foi mais um presente que a professora Rosana Kasper recebeu no dia de seu aniversário (4 de julho). O outro foi que toda esta história vai parar no Jornal do Almoço, na RBS TV, numa reportagem de Josmar Leite, a ser exibida dias 6 ou 7.
O diretor da EMEF Jardim Outeiral, que integra as Escolas Inovadoras Aurora, Márcio Cândido, acompanhou as professoras e os estudantes na missão. “Estamos no processo de inovação há três anos e a cada etapa que passamos, temos a certeza de que inovar é fazer a diferença na vida das pessoas. Nossa inovação é pela música, com mensagens de amor e paz a outras comunidades. Esta experiência nos deixou muito emocionados por nossos alunos, em meio a tantos problemas, se solidarizarem com outros povos e iniciarem esta corrente de amor, paz e solidariedade a outro mundo tão distante. Agradeço a todos que estão fazendo parte desta corrente do bem”, finaliza.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

domingo, 22 de outubro de 2017

VALEU, MARANHÃO!


Encontrar leitores no Nordeste é uma emoção indescritível. Foram dias de brincadeiras e emoções por meio de conversas literárias e folguedos de nossa terra. As crianças e professores leram os livros Cartas a povos distantes, Sertão e a Menina que contava e viajaram pelo universo das personagens e ambientes imaginados por mim. Uma honra contribuir com a fantasia de tanta gente e saber que a literatura é também recebida por eles como um lugar habitável e chance de imaginar dias melhores.  
Os encontros literários possibilitam aproximar as crianças do ofício do escritor, sobretudo, do exercício da leitura e escrita, contribuindo para a formação leitora deles. Essas trocas culturais abrem caminhos para que o livro e o escritor sejam desmistificados, tornando-se próximos do seu cotidiano e das suas vidas. 
Vamos caminhando, descobrindo novos leitores e levando o livro como objeto transformador, reparador e gerador de chances no mundo real e nos sonhos que persistimos em conquistá-los. 
Valeu, Maranhão! 

terça-feira, 3 de outubro de 2017

ESTADÃO - EMPATIA, PALAVRA QUE UNE LIVRO E CRIANÇA





Bia Reis e Cristiane Rogerio, O Estado de S.Paulo
01 Outubro 2017 | 05h00
Em comemoração ao mês das crianças, o Estado publicará em todos os domingos de outubro uma matéria sobre literatura infantil.
Assim, o possível “benefício” deve ser precedido da necessidade do 

autor de dizer algo ao mundo. As histórias do historiador e escritor 

Fábio Monteiro, por exemplo, nascem de seus incômodos com a vida. 

Cartas a Povos Distantes (Paulinas), ilustrado por André Neves 

vencedor do Prêmio Jabuti de 2016, surgiu da vontade de falar 

sobre o continente africano e a infância.
Por meio da troca de cartas entre duas crianças, uma brasileira e outra angolana, Monteiro estabelece a relação entre os países. “Me coloquei no lugar de Angola, na situação do quanto é cruel as crianças serem vítimas de guerras. Venho de Pernambuco, Estado onde a cultura negra é forte na maneira de falar, dançar e cantar, e acho que essas memórias não podem ser esquecidas. Queria assegurar a memória de dois continentes irmãos que se complementam, porque nossas dores são parecidas: desigualdade, exploração europeia, pobreza como herança da colonização.”
Leia toda matéria no link abaixo:





terça-feira, 26 de setembro de 2017

FESTIVAL LITERÁRIO PARTHENON


ABERTURA OFICIAL DO FLIPAR 2017.
Evento gratuito e aberto ao público.
Local: R. Consul Orestes Corrêa, 733 - Jardim Bom Clima, Guarulhos - SP, 07197-040
Link de inscrição:
https://docs.google.com/…/1FAIpQLSdk6ICvVpK6CMqpd_…/viewform
Abertura do Festival Literário Parthenon.
Tema: O visível e invisível na literatura para infância.
Participantes: Peter O Sagae, Marcia Leite, Penélope Martins, Andre Neves.
Mediador: Fábio Monteiro.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

RIO GRANDE DO SUL - LITERATURA E MUITOS ENCONTROS.


Em Junho, encontrei muitos amigos em Porto Alegre, São Leopoldo, Canoas e Novo Hamburgo. Agradecimento especial as Professoras que trabalharam com tanto carinho meus livros; as queridas crianças e suas perguntas curiosas sobre as obras e o ofício de escritor; ao Edinei, Irmã Jurema e Heloísa pela acolhida de sempre; ao parceiro e grande amigo André Neves; e aos amigos feitos nessa linda viagem pela literatura, imaginação e, principalmente, com bom encontros para toda vida. 

sábado, 6 de maio de 2017

ORIGAMIIRENE

Irene é uma artista de dobraduras de papéis. Os origamis são objetos de uma arte milenar que encanta crianças e adultos. Ao dobrar os papéis, sem corte ou cola, transforma a folha em representações de seres e objetos encantados. 

A artista ministra muitas oficinas de Origamis e utiliza sua arte para fazer releituras de obras literárias. Dois dos meus livros ganharam sua arte. 



Conheça a artista pelas redes sociais instagram origamiirene e facebook origamiirene contadora de histórias. 

terça-feira, 14 de março de 2017

A MENINA QUE CONTAVA - NOVA EDIÇÃO




No livro A menina que contava, a personagem Alga enxergava números nas coisas. Ela gostava dos números e os números gostavam dela. Desde o velho casaco, presente de sua mãe, com seus inúmeros botões até as estrelas mortas e seus anos-luz, Alga contava tudo... Inventava histórias sobre descobridores só para calcular os dias da viagem e era somas e multiplicações das 24 horas pelos 60 minutos vezes 7 dias para se chegar ao fim do mundo... Sabia calcular sem usar os dedos... perdia nas competições de classe só para calcular de novo e manter os amigos... A menina contava tudo... até os minutos que levaria para chegar o socorro, quando escorregou no caminho de volta pra casa. Contava os centímetros enquanto crescia... Até que, aos 20 anos, encontrou um rapaz que contava histórias e com ele se casou. Juntos tiveram dois meninos e para não acumularem milhões e milhões de coisas como todo mundo faz, começaram a dividir suas experiências com os outros.
Com um projeto gráfico de criatividade incalculável, desenvolvido por André Neves, essa obra vai deixar no pequeno leitor um gostinho de: Ah, conta mais!!!



Leia sobre um projeto de matemática desenvolvido utilizando esse livro. 

domingo, 5 de fevereiro de 2017

CURSO DE LITERATURA INFANTIL E JUVENIL - PROGRAMAÇÃO NO AR!


LOCAL: PAULINAS PORTO ALEGRE
RUA ANDRADAS, 1212 CENTRO
FONE: 51 32210422

Local: Auditório Paulinas Livraria – Rua dos Andradas, 1.212 – Centro – Porto Alegre-RS

Vagas: 120

Investimento: R$ 150,00, até o dia 29/3; após essa data, R$ 170,00 (à vista, via depósito bancário,* ou em 2x no cartão)

Obs.: com direito a certificado de 40 horas/aula da Faculdade Dom Bosco de Porto Alegre (mediante frequência mínima de 75%).

Informações e inscrições: na Paulinas Livraria, pelo telefone (51) 3221-0422 ou pelo e-mail livpalegre@paulinas.com.br

Pagamento via depósito bancário em nome de Pia Sociedade Filhas de São Paulo, Banrisul, agência 0051, c/c 06.020.501-01(enviar comprovante da transação identificado por e-mail).

Isenção de inscrição: se você trabalha com crianças e jovens em situação de vulnerabilidade ou em projetos sociais, sua inscrição pode ser totalmente gratuita (bolsa integral), mediante a apresentação de um documento que comprove que a instituição onde você atua atende a esse público e seu vínculo com a instituição. Consultar disponibilidade de vagas.
 

sábado, 12 de novembro de 2016

PRÊMIO JABUTI 2016 - CARTAS A POVOS DISTANTES - CATEGORIA JUVENIL

http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2016/11/premio-jabuti-divulga-lista-dos-vencedores-de-2016.html

CARTAS A POVOS DISTANTES é premiado com um Jabuti pela Câmara Brasileiro do Livro.

JUVENIL
1º lugar: "O Labatruz e Outras Desventuras", Judith Nogueira (Quatro Cantos)
2º lugar: "Cartas a Povos Distantes", Fábio Monteiro (Paulinas)
3º lugar: "Iluminuras", Rosana Rios (Editora Lê)


A cerimônia de entrega do Jabuti acontecerá em 24 de novembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo (SP). Os primeiros colocados receberão o troféu Jabuti e R$ 3,5 mil. Os ganhadores dos segundos e terceiros lugares também ganharão o troféu.
Neste dia, também serão revelados os vencedores dos prêmios de Livro do Ano – Ficção e Livro do Ano – Não Ficção, que serão comtemplados com o prêmio de R$ 35 mil cada, além da estatueta dourada.
Formado por especialistas de cada categoria, o júri foi indicado pelo Conselho Curador do Prêmio, composto por Marisa Lajolo, Antonio Carlos de Morais Sartini, Frederico Barbosa, Luís Carlos de Menezes e Pedro Almeida. A relação de finalistas foi validada pelo Conselho Curador e pela Auditoria Ecovis Pemom.

Veja todas as categorias no link abaixo:
http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2016/11/premio-jabuti-divulga-lista-dos-vencedores-de-2016.html

sábado, 22 de outubro de 2016

CARTAS A POVOS DISTANTES - LISTA DOS CONCORRENTES AO PRÊMIO JUVENIL



Lista dos livros indicados ao Jabuti Juvenil 2016


Título: A Fofa do Terceiro Andar – Autor: Cléo Busatto – Editora: Galera Record
Título: Agentes Especiais e o Mistério na Fábrica de Celulares – Autor: Vinicius Campos – Editora: Sesi-sp Editora
Título: As Vidas e as Mortes de Frankenstein – Autor: Jeanette Rozsas – Editora: Geração
Título: Cartas a Povos Distantes – Autor: Fábio Monteiro – Editora: Paulinas
Título: Castelo de Areia – Autor: Menalton Braff – Editora: Editora Moderna
Título: Dani das Nuvens – Autor: Jane Tutikian – Editora: Atual Editora
Título: Iluminuras – Autor: Rosana Rios – Editora: Editora Lê
Título: Lorde Creptum – Autor: Gustavo Piqueira – Editora: Editora Pulo do Gato
Título: O Labatruz e Outras Desventuras – Autor: Judith Nogueira – Editora: Quatro Cantos
Título: Surpreendente! – Autor: Maurício Gomyde – Editora: Intrínseca
Título: Três Maneiras de Manter a Alma Unida ao Corpo – Autor: Ivan Jaf – Editora: Scipione
Título: Um Conto por um Guaraná – Autor: Fernando A. Pires – Editora: Abacatte Editorial
Título: Um Menino Chamado Vlado – Autor: Marcia Camargos – Editora: Autêntica / Instituto Vladimir Herzog
Título: Ventania Brava – Autor: Luiz Bras – Editora: Sesi-Sp Editora
Título: Vento Forte, de Sul e Norte – Autor: Manuel Messias da Silva Filho – Editora: Editora do Brasil
A Câmara Brasileira do Livro (CBL) divulgou nesta sexta-feira (21) os livros finalistas do 58º Prêmio Jabuti, o maior prêmio de literatura no Brasil.
Foram selecionados os finalistas das 27 categorias do prêmio, entre os mais de 2,4 mil inscritos.
A cerimônia de entrega do Jabuti acontecerá em 24 de novembro, no Auditório Ibirapuera. Os primeiros colocados receberão o troféu Jabuti e R$ 3,5 mil. Os ganhadores dos segundos e terceiros lugares também ganharão o troféu.Formado por especialistas de cada categoria, o júri foi indicado pelo Conselho Curador do Prêmio, composto por Marisa Lajolo, Antonio Carlos de Morais Sartini, Frederico Barbosa, Luís Carlos de Menezes e Pedro Almeida. A relação de finalistas foi validada pelo Conselho Curador e pela Auditoria Ecovis Pemom.

sábado, 10 de setembro de 2016

REVISTA PORVIR - PROFESSORAS USAM HISTÓRIA INFANTIL PARA TRABALHAR MATEMÁTICA


Crédito: graja / Fotolia.com

Criar jogos e atividades baseadas na história “A menina que contava” foi a forma que duas professoras encontraram para trabalhar matemática na educação infantil

por Suzana Rodrigues Moraes e Tamiza Richelly Freitas  8 de setembro de 2016

“Um conto que conta” é um projeto interdisciplinar que une a matemática com a literatura infantil. Na Escola SESC, no Rio Grande do Norte, nós sempre recebemos a proposta de realizar um projeto. Quando eu e a professora Tamiza Freitas sentamos para pensar em quais atividades desenvolveríamos, nós pegamos a lista de livros paradidáticos das crianças. Quando vimos “A menina que contava”, do Fábio Monteiro, entre as obras, tivemos a ideia de juntar a matemática e literatura.
O livro conta a história da personagem Alga. A menina se depara com várias situações no dia a dia e vai fazendo a contagem das quantidades que encontra. A sua mãe é costureira, então ela conta os botões das roupas, por exemplo. Primeiro, nós fizemos uma leitura para que as crianças conhecessem a história. Depois, a cada página, nós desenvolvíamos uma atividade diferente, mas que fosse inspirada no livro, para os alunos sentirem como se fizessem parte da história e vivenciassem tudo o que a Alga também vivenciava.
Então nós construímos um casaco gigante de papel e colocamos os botões para as crianças fazerem a contagem, desenvolvemos atividades em grupo no parque assim como a personagem. Em uma parte da história, a menina quebra a perna. Nós aproveitamos para contar e estudar os ossos do corpo humano. Em outra, ela conta as estrelas e os planetas. Essas abordagens diferentes permitiram que desenvolvêssemos outras atividades, tornando o projeto interdisciplinar.
As crianças aprendem de forma muito mais significativa quando é algo que elas querem
Com a ampliação do projeto, começamos a construir jogos matemáticos com os alunos. Nós criamos o jogo da pizza, de acertar o alvo, jogos de encaixe e uma trilha, inspirada em um caminho que a personagem fazia no livro.
Eu acho importante começar a trabalhar a matemática com crianças entre em cinco e seis anos porque ela está em todo lugar. As crianças ainda não conseguem diferenciar os números quando entram na escola, mas com certeza já viram os números de casa, no microondas, na televisão, no controle remoto e em muitos outros lugares. Isso faz parte do cotidiano delas.
Aqui na escola, nós sempre devemos fazer uma culminância do projeto, mostrando que estamos finalizando as atividades. A princípio, eu a professora Tamiza pensamos em desenvolver uma peça teatral com os alunos, a fim de apresentar a história da personagem Alga para os outros estudantes. Só que a gente sempre escuta o que as nossas crianças têm a dizer, porque acreditamos que tudo o que elas devem aprender precisa ter um significado na vida de cada um. Quando fizemos a proposta da realização da peça teatral, nós percebemos que eles não se empolgaram muito. Então decidimos perguntar o que eles queriam fazer na culminância do projeto, ao que eles responderam que queriam continuar com os jogos dentro da sala de aula.
Os jogos fizeram com que eles se envolvessem muito mais no projeto, porque todos queriam vivenciar e aproveitar o espaço criado
Diante da vontade dos nossos alunos, decidimos mudar o fechamento das atividades. Eles que escolheram a culminância. A partir dessa demanda, criamos a matemadoteca, um espaço dentro da sala de aula onde colocamos os jogos criados e também o livro da personagem, para que os estudantes pudessem vivenciar sempre que quisessem. As crianças aprendem de forma muito mais significativa quando é algo que elas querem. Não adiantaria que a gente insistisse na peça de teatro, sendo que era algo que eles não queriam de fato. Os jogos fizeram com que eles se envolvessem muito mais no projeto, porque todos queriam vivenciar e aproveitar o espaço criado. A cada atividade eles iam aprendendo mais sobre matemática, sobre os números e as regras dos jogos.
Suzana Rodrigues Moraes e Tamiza Richelly Freitas
Suzana Rodrigues Moraes e Tamiza Richelly Freitas são licenciadas em Pedagogia pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte - UERN. Ambas são estudantes do Curso de Especialização nas áreas de Práticas Educativas e Psicopedagogia e atualmente são professoras de Educação Infantil da Escola SESC - Mossoró, no Rio Grande do Norte.











http://porvir.org/professoras-usam-historia-infantil-para-trabalhar-matematica/

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

CATÁLOGO LITERÁRIO AUTORAIS DA DIVERSIDADE 2015/2016


Cartas a povos distantes foi selecionado para compor o Catálogo Literário Autorais da Diversidade 2015/2016, projeto desenvolvido pelo estado de Minas de Gerais e que proporcionará as escolas da rede escolherem obras de literatura a partir do catálogo virtual.
Maiores detalhes no link:
http://www.catalogoautoriasdadiversidade.educacao.mg.gov.br/