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quarta-feira, 23 de novembro de 2022

BRUM! RUM! RONC! - CIRANDA CULTURAL


 

Brum! Rum! Ronc! - Ciranda Cultural

Um monstro, com barriga vazia, planeja de uma forma diferente como pegar uma saborosa fruta no alto de uma árvore. Descubra nesta aventura a geometria dos sentimentos e a medida de cada desafio.

Editora: Ciranda Cultural
Edição: 1, 2022
Autor: Fabio Monteiro
Idioma: Português
Páginas: 40
Dimensões: L 24.00 x A 24.00 x E 0.40
ISBN: 9786526103890

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

INDICAÇÃO DO LUA, NOITE E DIA PELO PROFESSOR ELVIS RODRIGUES



O livro fala, de maneira muito bela, sobre amizade, sobre encontros e desencontros, sobre gente.
Narra a amizade quase ao estilo do filme “O Feitiço de Áquila” (1985). O livro traz como personagens dois garotos, um “menino-DIA” e outro “menino-NOITE”. Esse são seus nomes: DIA e NOITE. Dois amigos que se encantam, se amam, brincam, mas nem sempre se encontram. O encontro, quando se dá, tem o tempo muito breve, um lampejo no momento em que NOITE e DIA se alcançam. “NOITE e DIA raramente se encontravam para brincar. Coisa rara, efêmera, finita. Quando acontecia...”.
Esta é a beleza da amizade. devemos sempre cultivá-la, mas mesmo que estejamos à distância, ou tenhamos pouco tempo de contato, quando os amigos se encontram, o tempo fica suspenso, ganha qualidade e a vida nova cor. Amizade é dom. Dom de si para o outro. É festa. Dom de DIA para NOITE; festa de NOITE com DIA. SIGA EDIÇÕES PAULINAS: =====================================

sábado, 24 de agosto de 2019

Formação Leitora por Fábio Monteiro






Não lembro ao certo se minhas primeiras leituras literárias eram sobre águas, meninos e peixes criados em bolsos, mas tenho certeza de que causaram tamanho estranhamento no meu início como leitor. Tomava susto com as palavras e seus significados, sofria com a falta que fazia não saber de tudo e das diversas tentativas de burlar as regras perguntando aos adultos os seus significados, também tinha dificuldade de associar letra a letra na consulta ao dicionário. Minha mãe sempre dizia que conhecimento é conquista e o significado das palavras é sempre maior que seu significado. Nunca dizia o que já sabia, mas quando tínhamos a resposta do dicionário ela rapidamente afirmava:

– Eu já sabia! – e eu acreditava que, na sua grandeza de mãe, tinha todo conhecimento do mundo.

Meu Pai tinha mania de invenções poéticas, criava significados complexos para os sentidos mais simples. Era artista de desenho e lia cada palavra como se fossem imagens.





Ler era um desafio diário para mim, uma conquista a cada sentido compreendido e compartilhado com o outro, saída para uma realidade dura que vivia na periferia do Recife, possibilidade em ter noites sonhadas e concretização de projetos futuros.

A leitura da vida apontava para a importância do enamoramento com os livros e foi na biblioteca da escola que encontrei um lugar de habitar. Lá, os livros eram de graça e podia levar vários deles para casa. Depois dele meu quintal ficou ainda mais divertido, porque as histórias lidas vitalizavam brincadeiras todos os dias. Tantas foram as vezes que as personagens saltaram de um pé de jambo para o outro, que fantasmas adentraram o esconde-esconde e que piratas saltaram de montinhos de areia para banhos de mangueiras que afogavam o calor na água gelada. Meu quintal se tornou extensão da imaginação iniciada nos livros, brincadeiras sem tempo para acabar.

A leitura era brinquedo sem regra, era jogo que tomava o dia inteiro, e aos poucos, assumiu uma importância grande para sonhar com dias melhores. Um jeito de pensar futuro e acreditar que ela transformaria minha vida em conquistas profissionais e possibilidades em ver o mundo com sensibilidade e contemplação, um jeito só meu de transformar pedras em água na peneira.
Hoje a leitura me acompanha em tudo que faço; ela é profissão e diversão; amizade e estranhamento; conquista e obrigação. Nem sempre é confortável e desejada, mas sempre é necessária e proveitosa, nem sempre prazerosa, mas geradora de prazeres a cada descoberta e janelas abertas para horizontes. Com as leituras de livros, aprendo a arrancar espinhos, a olhar carneiros em caixas imaginárias e a nunca me sentir sozinho.

Fábio Monteiro é Professor de História do Colégio Parthenon e Escritor de Livros para Infância e Juventude. Leitor de muitas histórias de livros e lembranças.

sábado, 1 de junho de 2019

Lua, Noite e Dia.

Chegou!
Lua, noite, dia, narrativas que se entrelaçam por meio de fios que perpassam a imaginação e a fantasia. Na primeira narrativa, a noite e o dia se perdem e se encontram o tempo todo na obra, ora parecem distantes, ora o encontro os aproximam, criando uma circularidade brincante, um jogo poético e um dinamismo à história. A segunda narrativa traz ao leitor uma certa nostalgia dos tempos de outrora e um encantamento que se expande por meio da afinada poesia textual. As narrativas de imagem construídas ludicamente surpreendem a todo momento dando ritmo, cor, movimento, emoção, apresentando um texto que a sensibilidade do leitor codifica e amplia.

Link da loja virtual
https://www.paulinas.com.br/loja/lua-noite-e-dia

domingo, 4 de novembro de 2018

Patrono de Morro Reuter - Fábio Monteiro

Serei Patrono da Feira do Livro de Morro Reuter/RS e isso é uma representação feliz do que a arte pode nos proporcionar. A cidade é uma daquelas tantas no Rio Grande do Sul de colonização europeia em que a imigração construiu nosso país  e eu, na condição de imigrante no meu próprio país, mais um nordestino abraçado por São Paulo há 18 anos, sou homenageado nesse ano.
Isso é prova do quanto podemos ser mais que um estado, uma região e abraçar o outro na sua singularidade e coletividade, na brasilidade que somos e sentimos em nosso país.
Somos muitos, somos tantos e esse mapa disforme e paradoxo em ser brasileiro, com traços, gostos, sotaques, etnias, paisagens e tantas outras características nos formam nas nossas alegrias e dores, nas nossas histórias e memórias, nos nossos esquecimentos e contradições.
Hoje, a saudade da minha terra e da minha casa no Recife,  sou mais nordestino, mas experimento o inegável gosto de ser mais sulista, Rio grandense, Morroreutense, mas inquestionavelmente , mas Brasileiro.

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Chegou Histórias sopradas em vento...

Este livro narra o encontro com várias histórias, narrativas de vidas reais ou imaginárias. Histórias cheias de personagens curiosos e surpreendentes. Histórias costuradas com a sensibilidade poética do autor, entrelaçando emoções diversas, o enamoramento, as descobertas e o aprendizado. Histórias narradas na palavra e no silêncio. Nas memórias. Uma história por vez, cada história, um novo desejo. 
O autor escreve para libertar as histórias presas dentro dos livros, porque o livro proporciona bons encontros com o outro que é igual e que é diferente. Porque os livros ensinam a sonhar e a ter boas conversas. Papel solto no ar cheio de memórias, risos, chão, cheiros, dores, alegrias e brincadeiras, que segue de mão em mão, feito vento soprado na leitura de cada leitor. 
Conheça um trecho do livro clicando no link abaixo:
https://www.paulinas.org.br/loja/historias-sopradas-em-vento





sexta-feira, 31 de agosto de 2018

FEIRA DO LIVRO DE MORRO REUTER/RS - PATRONO FÁBIO MONTEIRO



O escritor pernambucano Fábio Monteiro será o patrono da 25ª Feira do Livro de Morro Reuter, que ocorrerá de 8 a 11 de novembro, na Praça Municipal José Paulo Sabá Meyrer e seu entorno. O anúncio foi feito na noite de ontem (28/8), durante o lançamento do evento, pela prefeita Carla Chamorro, e a Secretária de Educação e Cultura, Juliana Zimmer. ‘Um município de 26 anos ter uma feira que completa 25, só demonstra a importância que a leitura e os livros tem para todos nós. Essa edição será muito especial, comemorativa a essas bodas de prata, e em agradecimento a todos que fizeram parte de sua história’, disse a prefeita Carla. A programação completa da 25ª edição será divulgada em breve.

O lançamento, realizado no histórico Casarão, da VRS-873,  contou com a presença de professores e diretores de toda a rede de ensino de Morro Reuter que, em clima festivo, receberam o patrono do evento. ‘Vim pela primeira vez na feira de Morro Reuter no ano passado, e fiquei encantado. Receber o convite para ser patrono dessa edição é uma grande honra. Uma cidade que tem como símbolo um monumento que é uma pilha de livros, é especial e merece muito o nosso respeito. Serei um patrono acolhedor, como fui aqui. Será um patronato relacionado a escutar as pessoas e saber sua relação com a leitura, para saber onde posso contribuir para estimulá-la cada vez mais’, enfatizou o patrono.

https://www.morroreuter.rs.gov.br/web/noticias/997/lancada-a-25-feira-do-livro-de-morro-reuter

terça-feira, 14 de agosto de 2018

BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO 2018


Toda festa com livros gera encontros e encantamentos. É momento de compartilhar com amigos, e outros que conhecemos, conversas geradas pelas histórias, imagens que lançam mão de mil palavras para eternizar o tempo dos encontros, diálogos sobre um monte de coisas que as multidões despertam em sonoridades e silêncios. 

É bom passear pelos estandes e ver as linguagens impressas no mercado editorial. Ver a qualidade de várias editoras, livros com diferentes formatos e estéticas, mas também as dificuldades de outras em manter um produto coerente com o que esperamos tanto em relação ao desafios das linguagens quanto na qualidade editorial do livro. Tudo é aprendizado e as trocas provenientes desses encontros desvelam caminhos e desafios para formação leitora em nosso país. 

Vamos em frente, pensando possibilidades para que os livros e as histórias possam circular nas mãos dos leitores porque nosso tempo urge por esperança. 

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

LIVRO NOVO! EU NÃO SOU NÃO - EDITORA GATO LEITOR


Este livro é como um jogo onde a regra principal é não seguir as regras de sempre. Este livro pode ser lido de trás para frente, de frente para trás, de cabeça para baixo.
No jogo, como na vida, o tempo passa junto com as tagarelices do pensamento, e a imaginação corre solta ao encontrar personagens que nos ajudam de modo lúdico a enfrentar aquela pergunta: quem sou? Para aliviar esta questão de ser ou não ser, entre nesse jogo de imagem, fantasia, papel, palavra, diversidade e coração. Este livro é assim, mas também pode ser não.
Projeto gráfico: Raquel Matsushita

VEJA UM TRECHO DO LIVRO NO LINK
http://www.gatoleitor.com.br/livros/eu-nao-sou-nao

domingo, 10 de junho de 2018

COMO NATUREZA - EDITORA ABACATTE

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Escrito por Fábio Monteiro e Ilustrado por Elisabeth Teixeira.


"Com uma prosa delicada, Fábio Monteiro escreveu Como natureza, um texto que deságua na companhia das aquarelas de Elisabeth Teixeira (Abacatte, 2013) para representar um lugar mais distante que o infinito. Em uma primeira leitura, este lugar é própria infância e sua psicosfera especial que se abre, cresce, ilumina-se e pode se desenvolver através de belezas, ainda que uma dor se enfie como agulha pelo umbigo de Joaquim. Numa noite fria, veio o sintoma da rápida doença que o médico descobriu, então, enraizada pelo corpo do menino. “A mãe baixou a cabeça para esconder os olhos que choviam. O pai entendeu a gravidade e foi embora para sempre.” Porém, Joaquim sorriu. Compreendia que uma vida nova transbordava dentro de si. Viraria semente para ser plantado na terra. E assim foi".

PETER O SEGAE - CRÍTICO LITERÁRIO E ESCRITOR

sábado, 2 de junho de 2018

SERTÃO DENTRO DE MIM



Sertão toca os leitores pela singeleza da narrativa, pela árida paisagem sertaneja e pelos encantos de um menino que relata a sua amizade com um pássaro. 

Tonho vive no sertão e conhece um pássaro que voa por vários lugares, trazendo a ele realidades diferentes (a chuva, a guerra, a dor) e novas descobertas. O autoconhecimento e as novas descobertas são trazidos pela natureza, assim como a passagem de um mundo estéril a um abundante.
Sertão reporta-nos aos laços de amizade e ligação sentimental que vão se construindo no contato. Propõe, também, um modo muito lírico na descoberta de realidades diferentes.

quarta-feira, 23 de maio de 2018

SERTÃO por Fabiane Vitiello



Se há algo nessa vida que adoro presentear ou ser presenteada é um bom livro. E para minha alegria ontem ganhei um novo. Esse já estava sendo bastante aguardado. Nos bastidores, vez ou outra, recebia notícias do livro. Pequenas vantagens de ser próxima ao autor! Adooooro esse tipo de regalia.
Sertão ( ou seria Ser tão ?) me envolve logo nas primeiras páginas. Palavras sensíveis expressas tão belamente no texto. Palavras como ritual, intenso, frestas, estática, sobras, caudaloso, entre outras que estalam em meus lábios e ressoam em meus ouvidos. Palavras que me tomam nos braços, me acolhem e buscam em mim uma outra história, a minha.
A entrega é total. Leio e referências de outros autores passeiam pela minha cabeça. Autores que também compõem a minha história.
Rubem Alves com seu pássaro que insiste em colorir suas asas em lugares distantes.
Zeca Baleiro com seu beija flor que trouxe consigo seus beijos saudosos.
Saint Exupéry com seus diálogos entre a raposa e o príncipe nos lembrando a importância de ser cativado.



Ou ainda, Manoel ( por quem ando vivendo um caso de amor explícito !) com seu Bernardo que virou passarinho para compôr o amanhecer.
Amanhecer tão presente no dia a dia de Tonho, personagem da história.
Não seríamos todos nós um pouco ( ou muito ) de Tonho ? O impulso de estar juntos não norteia nossas ações ? Não esperamos pelo amanhecer desde que nascemos como uma forma de reencontro ?
Sim, essa é minha crença- nos deitamos todas as noites, desde o nascimento, sedentos pelos reencontros que a vida nos permite. Tudo deve ter começado com um recém nascido que necessitou do reencontro com o peito da mãe  todos os dias para alimentar - se. Daí por diante os reencontros mudam de configuração, mas permanecem presentes.
O que seria de nós sem a possibilidade de um reencontro ?
Reencontros diários que marcam nossos caminhos. Reencontros que tornam- se infinitos ainda que tenham ocorrido em um piscar de olhos. Reencontros que, assim como o pássaro, entram sem pedir licença em nossas vidas e nossos sonhos. Reencontros que nos fazem SER TÃO esperançosos na busca de um novo amanhecer.
Fabio, obrigada por SER TÃO bom com as palavras e fazer chover lágrimas em meus olhos.

Fabiane Vitiello é Pedagoga, Formadora de Professores, sócia-fundadora da Diálogos Assessoria, Mãe do Pedro e uma querida amiga.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

FESTIVAL LITERÁRIO PARTHENON


ABERTURA OFICIAL DO FLIPAR 2017.
Evento gratuito e aberto ao público.
Local: R. Consul Orestes Corrêa, 733 - Jardim Bom Clima, Guarulhos - SP, 07197-040
Link de inscrição:
https://docs.google.com/…/1FAIpQLSdk6ICvVpK6CMqpd_…/viewform
Abertura do Festival Literário Parthenon.
Tema: O visível e invisível na literatura para infância.
Participantes: Peter O Sagae, Marcia Leite, Penélope Martins, Andre Neves.
Mediador: Fábio Monteiro.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

LANÇAMENTO DO LIVRO ULISSES SABE ESCOLHER

Encontro marcado!

O Colégio Parthenon, a Livraria da Vila, a Editora Abacatte e a Distribuidora Casa de Livros convidam os pais e alunos do INFANTIL AO 6º ANO para o lançamento do livro infantil Ulisses Sabe Escolher, do autor Fábio Monteiro. 


Haverá contação de história com Penélope Martins, bate-papo com escritor, autógrafos e muita diversão. 


Não perca!


Local: Parque Shop. Maia Guarulhos:
Av. Bartholomeu de Carlos, 230
Contato: (11) 3728 9110