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terça-feira, 14 de agosto de 2018

BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO 2018


Toda festa com livros gera encontros e encantamentos. É momento de compartilhar com amigos, e outros que conhecemos, conversas geradas pelas histórias, imagens que lançam mão de mil palavras para eternizar o tempo dos encontros, diálogos sobre um monte de coisas que as multidões despertam em sonoridades e silêncios. 

É bom passear pelos estandes e ver as linguagens impressas no mercado editorial. Ver a qualidade de várias editoras, livros com diferentes formatos e estéticas, mas também as dificuldades de outras em manter um produto coerente com o que esperamos tanto em relação ao desafios das linguagens quanto na qualidade editorial do livro. Tudo é aprendizado e as trocas provenientes desses encontros desvelam caminhos e desafios para formação leitora em nosso país. 

Vamos em frente, pensando possibilidades para que os livros e as histórias possam circular nas mãos dos leitores porque nosso tempo urge por esperança. 

domingo, 29 de abril de 2018

sábado, 24 de fevereiro de 2018

CURSO DE LITERATURA NAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS - 2018



PROGRAMAÇÃO CULTURAL 2018.

Nosso primeiro encontro no curso de Literatura infanto juvenil nas múltiplas linguagens, teremos a presença do Escritor Fábio Monteiro, trabalhando a temática: O (des)confortável na literatura para crianças: diálogo necessário na formação de novos leitores.
Este encontro vai propor o estudo de obras literárias com temas delicados, mas necessários para uma formação leitora de crianças e jovens. A seleção adequada e o cuidado com a mediação dessas obras poderão proporcionar momentos importantes de reflexão e encantamentos dos leitores por temáticas mais complexas da humanidade.
Programação 

- Módulo I 
27 e 28 de abril 
O (des)confortável na Literatura para crianças: diálogo necessário na formação de novos leitores
Assessoria: Fábio Monteiro.

- Módulo II
11 e 12 de maio 
Oficinas com a mala de leitura
Assessoria: Mauricio Corrêa Leite.

- Módulo III
25 e 26 de maio 
A importância da Literatura Infantil Afro na escola
Assessoria: Ikechukwu Sunday Nkeechi (Sunny).

- Módulo IV
8 e 9 de junho 
O que pode o encontro das crianças na literetura
Assessoria: Paulo Fochi

- Módulo V
22 e 23 de junho 
A imagem da criança – Da pintura brasileira à ilustração de livros infantis 
Assessoria: Celso Sisto.

- Módulo VI
6 e 7 de julho
Literatura Fantástica – Modos de usar em sala de aula
Assessoria: Antônio Schimeneck.


- Módulo VII
17 e 18 de agosto 
Escrever e ler fazem parte do mesmo projeto
Assessoria: Christina Dias.

- Módulo VIII
14 e 15 de setembro 
Contação de histórias, o jogo e o lúdico
Assessoria: Roger Castro.

- Módulo IX
5 e 6 de outubro
Narrativa visual – Caminhos da leitura 
Assessoria: Luciano Pontes.

- Módulo X
9 e 10 de novembro 
Pinóquio e Emília: de bonecos falantes a seres conscientes 
Assessoria: Profa. Dra. Sueli de Souza Cagneti.

Quer conhecer e saber tudo sobre o curso de Literatura deste ano, acesse: https://www.facebook.com/events/585388495144793/
Inscrições abertas!
Informações e inscrições pelo e-mail livpalegre@paulinas.com.br

domingo, 22 de outubro de 2017

VALEU, MARANHÃO!


Encontrar leitores no Nordeste é uma emoção indescritível. Foram dias de brincadeiras e emoções por meio de conversas literárias e folguedos de nossa terra. As crianças e professores leram os livros Cartas a povos distantes, Sertão e a Menina que contava e viajaram pelo universo das personagens e ambientes imaginados por mim. Uma honra contribuir com a fantasia de tanta gente e saber que a literatura é também recebida por eles como um lugar habitável e chance de imaginar dias melhores.  
Os encontros literários possibilitam aproximar as crianças do ofício do escritor, sobretudo, do exercício da leitura e escrita, contribuindo para a formação leitora deles. Essas trocas culturais abrem caminhos para que o livro e o escritor sejam desmistificados, tornando-se próximos do seu cotidiano e das suas vidas. 
Vamos caminhando, descobrindo novos leitores e levando o livro como objeto transformador, reparador e gerador de chances no mundo real e nos sonhos que persistimos em conquistá-los. 
Valeu, Maranhão! 

segunda-feira, 31 de julho de 2017

RIO GRANDE DO SUL - LITERATURA E MUITOS ENCONTROS.


Em Junho, encontrei muitos amigos em Porto Alegre, São Leopoldo, Canoas e Novo Hamburgo. Agradecimento especial as Professoras que trabalharam com tanto carinho meus livros; as queridas crianças e suas perguntas curiosas sobre as obras e o ofício de escritor; ao Edinei, Irmã Jurema e Heloísa pela acolhida de sempre; ao parceiro e grande amigo André Neves; e aos amigos feitos nessa linda viagem pela literatura, imaginação e, principalmente, com bom encontros para toda vida. 

terça-feira, 14 de março de 2017

A MENINA QUE CONTAVA - NOVA EDIÇÃO




No livro A menina que contava, a personagem Alga enxergava números nas coisas. Ela gostava dos números e os números gostavam dela. Desde o velho casaco, presente de sua mãe, com seus inúmeros botões até as estrelas mortas e seus anos-luz, Alga contava tudo... Inventava histórias sobre descobridores só para calcular os dias da viagem e era somas e multiplicações das 24 horas pelos 60 minutos vezes 7 dias para se chegar ao fim do mundo... Sabia calcular sem usar os dedos... perdia nas competições de classe só para calcular de novo e manter os amigos... A menina contava tudo... até os minutos que levaria para chegar o socorro, quando escorregou no caminho de volta pra casa. Contava os centímetros enquanto crescia... Até que, aos 20 anos, encontrou um rapaz que contava histórias e com ele se casou. Juntos tiveram dois meninos e para não acumularem milhões e milhões de coisas como todo mundo faz, começaram a dividir suas experiências com os outros.
Com um projeto gráfico de criatividade incalculável, desenvolvido por André Neves, essa obra vai deixar no pequeno leitor um gostinho de: Ah, conta mais!!!



Leia sobre um projeto de matemática desenvolvido utilizando esse livro. 

sábado, 10 de setembro de 2016

REVISTA PORVIR - PROFESSORAS USAM HISTÓRIA INFANTIL PARA TRABALHAR MATEMÁTICA


Crédito: graja / Fotolia.com

Criar jogos e atividades baseadas na história “A menina que contava” foi a forma que duas professoras encontraram para trabalhar matemática na educação infantil

por Suzana Rodrigues Moraes e Tamiza Richelly Freitas  8 de setembro de 2016

“Um conto que conta” é um projeto interdisciplinar que une a matemática com a literatura infantil. Na Escola SESC, no Rio Grande do Norte, nós sempre recebemos a proposta de realizar um projeto. Quando eu e a professora Tamiza Freitas sentamos para pensar em quais atividades desenvolveríamos, nós pegamos a lista de livros paradidáticos das crianças. Quando vimos “A menina que contava”, do Fábio Monteiro, entre as obras, tivemos a ideia de juntar a matemática e literatura.
O livro conta a história da personagem Alga. A menina se depara com várias situações no dia a dia e vai fazendo a contagem das quantidades que encontra. A sua mãe é costureira, então ela conta os botões das roupas, por exemplo. Primeiro, nós fizemos uma leitura para que as crianças conhecessem a história. Depois, a cada página, nós desenvolvíamos uma atividade diferente, mas que fosse inspirada no livro, para os alunos sentirem como se fizessem parte da história e vivenciassem tudo o que a Alga também vivenciava.
Então nós construímos um casaco gigante de papel e colocamos os botões para as crianças fazerem a contagem, desenvolvemos atividades em grupo no parque assim como a personagem. Em uma parte da história, a menina quebra a perna. Nós aproveitamos para contar e estudar os ossos do corpo humano. Em outra, ela conta as estrelas e os planetas. Essas abordagens diferentes permitiram que desenvolvêssemos outras atividades, tornando o projeto interdisciplinar.
As crianças aprendem de forma muito mais significativa quando é algo que elas querem
Com a ampliação do projeto, começamos a construir jogos matemáticos com os alunos. Nós criamos o jogo da pizza, de acertar o alvo, jogos de encaixe e uma trilha, inspirada em um caminho que a personagem fazia no livro.
Eu acho importante começar a trabalhar a matemática com crianças entre em cinco e seis anos porque ela está em todo lugar. As crianças ainda não conseguem diferenciar os números quando entram na escola, mas com certeza já viram os números de casa, no microondas, na televisão, no controle remoto e em muitos outros lugares. Isso faz parte do cotidiano delas.
Aqui na escola, nós sempre devemos fazer uma culminância do projeto, mostrando que estamos finalizando as atividades. A princípio, eu a professora Tamiza pensamos em desenvolver uma peça teatral com os alunos, a fim de apresentar a história da personagem Alga para os outros estudantes. Só que a gente sempre escuta o que as nossas crianças têm a dizer, porque acreditamos que tudo o que elas devem aprender precisa ter um significado na vida de cada um. Quando fizemos a proposta da realização da peça teatral, nós percebemos que eles não se empolgaram muito. Então decidimos perguntar o que eles queriam fazer na culminância do projeto, ao que eles responderam que queriam continuar com os jogos dentro da sala de aula.
Os jogos fizeram com que eles se envolvessem muito mais no projeto, porque todos queriam vivenciar e aproveitar o espaço criado
Diante da vontade dos nossos alunos, decidimos mudar o fechamento das atividades. Eles que escolheram a culminância. A partir dessa demanda, criamos a matemadoteca, um espaço dentro da sala de aula onde colocamos os jogos criados e também o livro da personagem, para que os estudantes pudessem vivenciar sempre que quisessem. As crianças aprendem de forma muito mais significativa quando é algo que elas querem. Não adiantaria que a gente insistisse na peça de teatro, sendo que era algo que eles não queriam de fato. Os jogos fizeram com que eles se envolvessem muito mais no projeto, porque todos queriam vivenciar e aproveitar o espaço criado. A cada atividade eles iam aprendendo mais sobre matemática, sobre os números e as regras dos jogos.
Suzana Rodrigues Moraes e Tamiza Richelly Freitas
Suzana Rodrigues Moraes e Tamiza Richelly Freitas são licenciadas em Pedagogia pela Universidade Estadual do Rio Grande do Norte - UERN. Ambas são estudantes do Curso de Especialização nas áreas de Práticas Educativas e Psicopedagogia e atualmente são professoras de Educação Infantil da Escola SESC - Mossoró, no Rio Grande do Norte.











http://porvir.org/professoras-usam-historia-infantil-para-trabalhar-matematica/

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

2º SALÃO DO LIVRO PARA PROJETOS E PROGRAMAS DE LEITURAS






Nos dias 12 e 13 de agosto de 2016, acontecerá o 2º Salão do Livro para Projetos e Programas de Leitura no Saguão do Centro Municipal de Cultura (Av. Érico Veríssimo, 307, Porto Alegre). A Ama Livros estará presente com obras de vários autores/ilustradores que foram incluídos pela Câmara Riograndense do livro nos projetos Adote um Escritor e Lendo pra valer. 

Confira a lista completa e aproveite!

sexta-feira, 15 de abril de 2016

ALTAMENTE RECOMENDÁVEL - FNLIJ - CARTAS A POVOS DISTANTES


Muito feliz!

Cartas a povos distantes ganhou o selo altamente recomendável da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. 
Agradeço imensamente aos meus parceiros nesse livro e a todos que acreditam na literatura para crianças e jovens.
Compartilho essa alegria com meus parceiros Goretti Oliveira e Andre Neves, e toda equipe da Editora Paulinas.
Agradeço também a FNLIJ pelo trabalho com a literatura no nosso país.E por último, a minha família e meus amigos que estão comigo nas batalhas cotidianas.
Veja:




Giramundo, um inventivo menino, recebe uma carta misteriosa, de "um amigo" de Luanda, Angola. Curioso, ele responde com muitas perguntas ao inusitado destinatário, na ânsia de descobrir seu nome, como é o lugar onde vive, qual é sua história. 
Seu Joaquim, o dono da venda, português de Luanda, intermedia o contato. 
Esse é o início de uma bela amizade, de uma linda troca de correspondências e da descoberta de lugares distantes. 

sábado, 19 de setembro de 2015

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Entrevista - A Menina que Contava - Portal Paulinas



No livro A menina que contava, a personagem Alga enxergava números nas coisas. Ela gostava dos números e os números gostavam dela. Desde o velho casaco, presente de sua mãe, com seus inúmeros botões até as estrelas mortas e seus anos-luz, Alga contava tudo... Inventava histórias sobre descobridores só para calcular os dias da viagem e era somas e multiplicações das 24 horas pelos 60 minutos vezes 7 dias para se chegar ao fim do mundo... Sabia calcular sem usar os dedos... perdia nas competições de classe só para calcular de novo e manter os amigos... A menina contava tudo... até os minutos que levaria para chegar o socorro, quando escorregou no caminho de volta pra casa. Contava os centímetros enquanto crescia... Até que, aos 20 anos, encontrou um rapaz que contava histórias e com ele se casou. Juntos tiveram dois meninos e para não acumularem milhões e milhões de coisas como todo mundo faz, começaram a dividir suas experiências com os outros. 
Com um projeto gráfico de criatividade incalculável, desenvolvido por André Neves, essa obra vai deixar no pequeno leitor um gostinho de: Ah, conta mais!!!

quarta-feira, 15 de julho de 2015

CRIAR HISTÓRIAS POR FÁBIO MONTEIRO

PERSONAGENS DOS LIVROS JÁ LANÇADOS - COMO NATUREZA, CARTAS A POVOS DISTANTES E A MENINA QUE CONTAVA. A ILUSTRAÇÃO O CENTRO, SERÁ LANÇADO EM AGOSTO. 

A escrita veio diluída nisso tudo. Primeiro os gestos, depois as palavras, depois o registro, depois a subversão. Escrevo subvertendo a ordem, desafiando o sentido, instigando o leitor a pensar sobre o não dito. É assim que gosto, é assim que uso a palavra pensada-escrita-falada, não necessariamente nessa lógica, não necessariamente como comando. A palavra manda em mim. Ela vai saindo e virando ideia. Toma forma, vira história e não é mais minha.

sábado, 11 de outubro de 2014

32ª FEIRA REGIONAL DE NOVO HAMBURGO

 Prefeitura Municipal de Novo Hamburgo - Administração Popular
Novo Hamburgo, 11/10/2014







Da esquerda para direita: Patrono Feira do Livro em 2014, Santiago, representante do projeto vida, Marisa Dela Pace, patronesse da feira do livro de 2013, Renate Gigel, e Secretário de Cultura, Carlos Mosmann, entrando no clima da Feira Regional do Livro

Cultura - 07/10/2014 16:10

Lançada a 32ª Feira Regional do Livro


Na terça-feira, dia 7 de outubro, foi lançada a 32º Feira Regional do Livro de Novo Hamburgo. A divulgação ocorreu durante café da manhã, que reuniu a imprensa e convidados. O encontro ocorreu no saguão do Teatro Municipal Paschoal Carlos Magno. O público presente pôde conhecer Neltair Abreu, o Santiago, patrono dessa edição da Feira do Livro. Além disso, foi apresentado o conceito deste ano: “Mostre sua Língua”. A ideia é explorar a diversidade cultural na construção de um referencial literário, discutindo e aprofundando o debate acerca do idioma. O tema assume uma duplicidade de sentidos, é uma provocação à descobertas de novas culturas pelo idioma.

“A diversidade tem um valor muito alto para a nossa comunidade, por isso, vamos fazer uma feira do livro em que possamos reunir todos os públicos da região”, comentou o secretário da Cultura, Carlos Mosmann. A realização da Feira Regional do Livro é da Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio das secretarias de Cultura (SECULT) e Educação (SMED), com apoio da Caixa Econômica Federal, Fundação La Salle, e produção da Um Cultural. “Com o tema Mostre sua Língua podemos retratar sobre a diversidade do nosso povo, tanto nos idiomas, como também na área cultural”, salientou o secretário de Educação, Alberto Carabajal.

No lançamento da Feira Regional do Livro também ocorreu a passagem de título da patronesse da feira do livro de 2013, Renate Gigel, para o mais novo patrono do evento, Santiago. “Espero que te traga a mesma felicidade que essa feira me trouxe”, ressaltou Renate ao desejar boas-vindas para o patrono dessa edição. Santiago relembrou que já participou da feira de Novo Hamburgo. “Já estive aqui durante muitos anos trazendo os meus livros, e agora, em 2014 venho com uma alegria imensa por ser patrono desse grande evento da região”, comentou.
Programação:A estrutura da 32º Feira Regional do Livro de Novo Hamburgo já está sendo montada na Rua Engenheiro Ignácio Chistiano Plangg, no Centro da cidade, junto à Praça 20 de Setembro. Durante os dias 10 a 19 de outubro, a comunidade que passar pelo local poderá encontrar as bancas de livros e muitas atrações gratuitas como sessões de autógrafos, peças de teatro, contação de histórias, sessão happy hour, seminários, bate-papos, oficinas e entre outras atividades. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3593-2013 ou pelo e-mail culturanh@novohamburgo.rs.gov.br.

 
Dia 13 de outubro – segunda-feira

8h30 – Bate-papo Fábio Monteiro – Local: Teatro

8h30 – Hora do Conto – Professora Tatiana Thomazi – Local: Sala Multiuso

9 horas – Palestra: Utilizando recursos acessíveis da cultura nos processos de trabalho do SUS – Mimi Aragon – Local: Espaço Inclusão

10 horas – Bate-papo André Neves – Local: Teatro

10 horas - Hora do Conto – Professora Cristina Fonseca – Local: Sala 31

10 horas – Hora do Conto – Professora Tatiana Thomazi – Local: Sala Multiuso

14 horas – Bate-papo Fábio Monteiro – Local: Teatro

14 horas - Hora do Conto – Professora Cristina Fonseca – Local: Sala 31

14 horas – Hora do Conto – Professora Estela Maris Siminski – “Tico e os lobos maus” – Local: Sala Multiuso

14 horas – Seminário Livro “Diário do Acolhimento na Escola Infância” – Local: Espaço Inclusão

14h30 – Dança – Davi Ernani de Souza – ABEFI

15h30 – Bate-papo André Neves – Local: Teatro

15h30 - Hora do Conto – Professora Estela Maris Siminski – “Tico e os lobos maus” – Local: Sala Multiuso

18h30 – Feevale – Cidades Criativas – Mary Sandra Guerra Ashton – Local: Teatro

19 horas – Sessão Happy Hour

20 horas – Exibição do filme “Colegas” com áudio descrição Tagarellas – Local: Palco Principal



VEJA TODA PROGRAMAÇÃO:


http://www.jornalnh.com.br/_conteudo/2014/10/noticias/regiao/90963-32-feira-regional-do-livro-de-novo-hamburgo-e-lancada-durante-cafe-da-manha.html

sábado, 4 de outubro de 2014

A MENINA QUE CONTAVA NA FEIRA DO LIVRO DE FRANKFURT/ALEMANHA.




O Livro "A MENINA QUE CONTAVA" VIAJARÁ PARA A FEIRA INTERNACIONAL DO LIVRO DE FRANKFURT EM 2014.  O BRASIL É O PAÍS HOMENAGEADO.
ABAIXO, IMAGENS DO CATÁLOGO DA EDITORA PAULINAS.






                                         




domingo, 7 de setembro de 2014

Colégio Dante Alighieri: Pais e alunos do 4º ano têm oficina de raciocínio lógico






Pais e alunos do 4º ano têm oficina de raciocínio lógico

Secundária - Fachada
No sábado, 30 de agosto, os alunos do 4º ano do Ensino Fundamental do Colégio Dante Alighieri tiveram a companhia de seus pais em uma oficina de raciocínio lógico realizada pela coordenação do 2º ao 5º ano em parceria com o Departamento de Tecnologia Educacional.
“O 4º ano é uma série intermediária, em que as crianças já têm habilidade para o raciocínio lógico. Reunimos pais e filhos em uma atividade lúdica e diferente”, explicou a professora Symone Oliveira, coordenadora do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental
Além de exercitar o raciocínio lógico dos alunos, a atividade buscou promover a integração de pais e estudantes ao ambiente escolar. “A ideia é cada vez mais ter os pais junto dos alunos no Colégio. Como o Dante prega a valorização do conhecimento, nada melhor que os pais estejam na Escola mostrando aos filhos que o conhecimento é importante. Essas atividades sempre são muito enriquecedoras. O dia a dia é muito corrido, sendo difícil para os pais passarem muito tempo com os filhos. Assim, demos uma oportunidade para pais e filhos realizarem uma atividade conjuntamente”, explicou a professora Silvana Leporace, diretora-geral pedagógica do Dante.
No início da atividade, foi exibido um vídeo em que a própria professora Silvana explicava a intenção da iniciativa. A oficina contou com o suporte pedagógico da Mathema, consultoria especializada em pesquisas e experiências matemáticas, que desenvolve um trabalho de capacitação dos professores dantianos de 2º ao 6º ano do Ensino Fundamental.
A oficina
Para a realização da oficina, pais e alunos ouviram a história “Viagem para roubar a lua”, baseada no filme “Meu malvado favorito” – a adaptação do texto coube à professora Irene Nedavaska. Em seguida, receberam, por escrito, a mesma narrativa, que apresentava os enigmas a serem decifrados na atividade por meio do raciocínio lógico.
Antes da resolução dos enigmas, foram sorteadas as estações em que cada grupo trabalharia: notebook, tablet, lego, lápis e papel – uma forma de mostrar que diferentes plataformas podem ser utilizadas para solucionar os exercícios. “Trouxemos diferentes tecnologias – tanto analógicas, quanto digitais – para essa atividade, procurando fazer uma coisa mais híbrida e potencializar o raciocínio lógico”, explicou a professora Valdenice Minatel, coordenadora do Departamento de Tecnologia Educacional.
Após pais e alunos efetuarem os exercícios, as professoras realizaram um painel de resoluções, em que cada grupo mostrava como havia chegado às respostas. “O importante nesta oficina não é a resposta, mas a forma de se chegar até ela”, explicou a professora Alline Mariguela. “Quando o pai faz a lição com o filho, eles podem ter visões e ideias diferentes. E esse compartilhamento é importante”, completou.
Os participantes da oficina ainda assistiram a uma mensagem, em vídeo, da coordenadora da Mathema, Katia Stocco Smole, que falou sobre a importância de os pais exercitarem o raciocínio lógico dos filhos no dia a dia, testando hipóteses, ensinando resiliência, propondo jogos (como dominó) e brincadeiras numéricas, além de lerem livros de matemática para as crianças (em especial, indicou a obra “A menina que contava”, de Fábio Monteiro, da Editora Paulinas).
Por fim, pais e alunos fizeram uma avaliação por escrito sobre a oficina e receberam seus certificados de participação. “Eu adoro as iniciativas do Colégio que incluem os pais, porque a educação é uma obrigação partilhada entre os pais e a escola. E com atividades como essa, ambos cumprem seus papeis”, afirmou Silvia Narvaez Saraiva, mãe do aluno Francisco Narvaez de Almeida Saraiva, do 4º ano A.