sexta-feira, 14 de julho de 2017

ULISSES SABE ESCOLHER - LIVRARIA CULTURA


O livro aborda o tema das escolhas profissionais, principalmente aquelas que os familiares atribuem aos parentes, quando são crianças. Ulisses era um bebê, e a família já imaginava para ele as mais variadas profissões: engenheiro, professor, veterinário, piloto de aeronave, artista, esportista... citando apenas algumas. Todos queriam escolher por Ulisses. Mas ele só queria brincar e experimentar o mundo. O tempo foi passando, as escolhas continuaram, Ulisses cresceu, tornou-se adulto, virou pai, e acabou muito feliz, "brincando" de muitas profissões.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

ULISSES SABE ESCOLHER, EDITORA ABACATTE



TODOS QUERIAM ESCOLHER POR ULISSES...
                   MAS, O FINAL DESSA HISTÓRIA FOI ESCRITA POR ELE. 

Como as crianças escolhem seus caminhos?
Para os adultos, nem sempre é fácil acompanhá-las nessas escolhas dando conta de suas angústias, fracassos e frustrações.
Queremos protegê-las do mundo, afastá-las de qualquer mal, somos seduzidos a escolher tu
do por elas ao invés de ajudá-las com a aprendizagem dessas escolhas.
'Ulisses sabe escolher' nasceu da minha vontade em pensar sobre
as crianças no nosso tempo, sobre essa 'tal felicidade' em tantos caminhos e escolhas e sobre as expectativas das famílias em relação ao futuro dos seus pequenos.

terça-feira, 16 de maio de 2017

VOCÊ PODE CONTAR OUTRA VEZ?


Uma das maiores alegrias de um promotor de leitura  é a possibilidade de compartilhar boas histórias com as crianças. Basta a notícia que iremos ler um bom livro, elas acedem seus olhares na direção de algo novo, no movimento do objeto que sai da bolsa e aguça sua curiosidade, num primeiro tilintar de algumas palavras que pressagiam uma boa história. 
O título anuncia o começo de tudo, e é no desenho das letras na capa que a fantasia começa. Depois uma viagem pelo início, o meio e o fim. Mas é lá, na preparação íntima de cada um que essa história precipita antes mesmo de ser narrada pelo leitor. É naquele instante anterior a própria leitura que começa uma viagem de múltiplas possibilidades de compreensão, fantasia e insurreição a própria história. As crianças subvertem a compreensão, constroem sentidos diversos, escutam e negligenciam ações porque são interlocutoras ativas das histórias lidas para elas; escutam o que querem e ressignificam tudo a partir do que entendem ou deixam de compreender.
Por isso, no final de tudo, resta um pedido que martela sempre que te reencontram. Pedido que denuncia o valor que elas atribuem para o saber ler, o aprender a escutar, o convite para viajarmos juntos nesses encontros: você pode contar aquela história outra vez? 

sábado, 6 de maio de 2017

ORIGAMIIRENE

Irene é uma artista de dobraduras de papéis. Os origamis são objetos de uma arte milenar que encanta crianças e adultos. Ao dobrar os papéis, sem corte ou cola, transforma a folha em representações de seres e objetos encantados. 

A artista ministra muitas oficinas de Origamis e utiliza sua arte para fazer releituras de obras literárias. Dois dos meus livros ganharam sua arte. 



Conheça a artista pelas redes sociais instagram origamiirene e facebook origamiirene contadora de histórias. 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

LUTA, CINZA, RUBRO, PRONTO.


Dia de luta é assim: 
acorda cinza
acorda rubro
acorda vida
Acorda pronto!
Hoje é dia de luta
Rubro acorda vida
Vida acorda e pronto
Pronto para a luta!
Hoje é dia cinza, luto, rubro. 
Hoje é dia de luta!
Hoje e sempre é dia de luta. 
Vamos para a rua!
Luta!
Vamos! 

terça-feira, 11 de abril de 2017

UM SOL, A MARGEM E A VIDA


Hoje não era só um sol que penetrava a margem da vida.
Era um sol, a margem e a vida.
Era uma distância percorrida do infinito ao arado.
Sombra que atravessa as vontades, deságua no improvável
borra o papel de tinta, tanta tinta, tanta vida.  
Hoje era outrora de mancha cinza
Lua que chega de manso e fica rubra.
Fonte que jorra, semeadura,
brota tinta
Jorra cinza
Seca a fonte
Vira vida.
Hoje, pesquei pensamentos esquecidos e revi uma parte do sol,
a outra escondida estava e ficou até tomar para si a parte emergida.
E sozinho sol estava, sozinho sol fiquei.
Hoje escondi o sol pela primeira vez na dispersão
e vi a lua como se fosse a primeira.
De tantas vezes que ela se revelou e se escondeu.
Como o sol que desenho no papel
e borra,
jorra,
seca,
espirra vida.

Hoje fui sol escondido numa lua perdida.